A boa alimentação melhora o desempenho nos estudos e no trabalho.

Para se sair bem nos desafios da vida acadêmica, não adianta estudar até a exaustão e abrir mão do descanso para aumentar a produtividade. Cultivar hábitos saudáveis é essencial para garantir um bom desempenho nos estudos e também no trabalho. Além de praticar exercícios regularmente e dormir bem para manter o corpo funcionando de forma correta, é preciso também investir em uma alimentação balanceada. O que consumimos afeta (e muito) a produtividade: nossa alimentação tem impacto direto no desempenho cognitivo e uma má decisão na hora do almoço pode atrapalhar uma tarde inteira, alerta a Harvard Business Review, publicação da conceituada Universidade de Harvard (EUA). Para não deixar sua saúde e carreira sofrerem, confira algumas dicas para render mais no dia a dia.

Não troque o almoço por um lanche rápido

Quando a fome aperta no meio de um dia corrido, um sanduíche com fritas parece a solução mais racional. Mas é melhor resistir à tentação. Os alimentos que consumimos são convertidos pelo nosso corpo em glicose, que fornece energia para nosso cérebro ficar alerta (por isso é tão difícil concentrar-se de estômago vazio). Mas nem todos os alimentos são processados pelo nosso corpo da mesma forma. É por isso que gorduras saturadas, frituras, carne vermelha, açúcares refinados e doces devem ser consumidos com muita moderação – esses alimentos são de difícil digestão, demandando muita energia do organismo para sua metabolização. Resultado: menos energia para executar outras atividades e mais sensação de cansaço, sono e dificuldade de concentração. Por isso, não se deixe enganar pela suposta eficiência de trocar uma refeição completa por uma passadinha na lanchonete – os minutos poupados não valem o desempenho fraco que você terá no resto do dia.

Evite pular refeições

Um dos erros mais comuns ao tentar sobreviver a uma rotina intensa é cortar refeições. Mas, para garantir energia para o dia todo, é importante seguir aquela regrinha que você já conhece e se alimentar de forma balanceada e de três em três horas. “Uma alimentação equilibrada garante que tenhamos os macro e micronutrientes necessários para o bom funcionamento das várias funções do nosso corpo, incluindo as do cérebro”, afirma a nutricionista Ludmila Gurgel. Ao invés de esperar sua glicose chegar no tanque reserva, refeições saudáveis e mais frequentes ajudam a manter um nível consistente de energia, fundamental para a concentração.

Alimente bem o cérebro

Cada alimento tem propriedades específicas e alguns deles são importantes aliados para a melhoria de funções cerebrais, auxiliando no aumento da concentração e da memória. São alimentos ricos em substâncias boas tanto para o bem-estar do nosso corpo quanto para saúde das células cinzentas. Tenha à mesa alimentos ricos em magnésio, como aveia, arroz integral, cereais, castanhas e espinafre. Eles ajudam a melhorar as sinapses e a atividade neurológica. Vegetais, frutas e legumes ricos em antioxidantes também são uma ótima pedida, já que auxiliam na capacidade de aprendizado. “As vitaminas do complexo B também são excelentes para o cérebro. A B6 e a colina – que também estão em alimentos como nozes, peixes, brócolis, aveia, abacate, cereais e arroz integral – promovem a produção de neurotransmissores, auxiliando na memória, aprendizado e coordenação motora”, afirma a nutricionista Ludmila Gurgel.

Dê preferência para alimentos naturais e integrais

Na hora do lanche, o melhor é ficar longe de alimentos industrializados como as barrinhas de cereais. “Dê preferência para alimentos não-embalados, aqueles que são minimamente processados”, sugere a nutricionista. Convém evitar também alimentos cheios de sódio, gordura e açúcar, que causam estresse no organismo, e apostar em maior variedade de alimentos naturais em sua alimentação diária. Nozes são uma boa opção para substituir os industrializados no lanchinho: além de suas propriedades antiinflamatórias, são ricas em ácido alfa-linolênico, que ajuda no fluxo sanguíneo e na oxigenação do cérebro. Opte também por alimentos integrais no lugar dos refinados – os últimos fornecem muita energia, mas ela é absorvida rapidamente pelo organismo; já a os integrais oferecem uma absorção mais gradativa.

Beba água regularmente

Especialistas recomendam que bebamos pelo menos 2,5 litros de água por dia. Não é exagero: o nosso organismo depende dela para várias funções, da digestão à proteção ao cérebro. Estudos apontam ainda que a desidratação pode causar uma série de alterações cognitivas como fadiga e perda de concentração e memória.

Especialistas recomendam que bebamos pelo menos 2,5 litros de água por dia. Não é exagero: o nosso organismo depende dela para várias funções, da digestão à proteção ao cérebro. Estudos apontam ainda que a desidratação pode causar uma série de alterações cognitivas como fadiga e perda de concentração e memória.

Evite consumir cafeína em excesso

Bebidas que contêm cafeína podem ser boas aliadas para dar um chega pra lá no sono, uma vez que têm efeitos estimulantes e promovem a acuidade cerebral. Mas essas bebidas devem ser consumidas com moderação. “O excesso de cafeína deixa a gente mais ligado, mas isso de nada adianta se o cérebro não estiver em condições de receber novas informações. E nem sempre precisamos estar tão ligados: se não conseguimos dormir direito produzimos mais hormônios do estresse, por exemplo”, afirma a nutricionista Ludmila Gurgel.

Agora que você já sabe a importância de uma boa alimentação para melhorar o seu desempenho, que tal se inscrever para o processo seletivo agendado da Faculdade Arnaldo? Sobressaia no mercado de trabalho e venha fazer parte do time Arnaldo!

Leave a Reply